Follow by Email

É afanoso...

Trabalhar no Congresso Nacional já me possibilitou vivenciar situações tragicômicas, interessantes, hilárias, horripilantes, curiosas e infelizes. A de hoje foi, digamos, factor surprise: Ao chegar para cobrir reunião da bancada do Amapá com o Exmo. Sr. Ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, sobre o problema da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), fui abordada por uma senhora distinta, membro da equipe dele, que sussurrou no meu ouvido:

“A senhora é jornalista? Vou colocá-la ali, no cantinho, junto aos demais assessores, e peço que fiquem calados, quietos, não fotografem, nem gravem, sob nenhuma hipótese. Caso contrário, serei obrigada a tirá-los do recinto”. Um rapaz alto, empalitosado, foi incumbido de vigiar cada passo, gesto e atitude minha e dos colegas, ali.

Arrazoamos entre nós: Proposta indecente? Medo da queda? Qual o mistério? Perguntei àquela senhora qual seria o lance e ela me respondeu (vejam só): “Ministro é muito perseguido. É jornalista pra todo lado. Aqui, é o único lugar onde ele pode ter um pouco de privacidade”.

Resposta convincente, não? Pow... Certas coisas deixam a gente meio sem palavras, né? E se isso vira moda? Fala sério! Parece-me que cobrir o mundo do crack em São Paulo ou ser repórter de pacificações e balas perdidas no Rio anda menos afanoso.

A "Flor do Cerrado" e o sucesso na Bélgica

A empresa brasiliense Flor do Cerrado está cada vez mais conhecida ao redor do mundo. Os acessórios, feitos à base de folhas do Cerrado, estão expostos na Europália, em Bruxelas, na Bélgica, até janeiro de 2012 e a boa aceitação do público está fazendo as encomendas triplicarem. A informação é da artesã e idealizadora da Flor do Cerrado, Roze Mendes, que está no evento, o maior festival de cultura da Europa.

Esse ano, o país homenageado na Europália é o Brasil. Nada mais justo do que apresentar para pessoas de todas as partes do planeta produtos genuinamente brasileiros.

“Muita gente não sabe que o Cerrado é um bioma único no mundo, ou seja, somente existe no Brasil. E todos ficam encantados com a beleza e exclusividade das peças, que são produzidas com respeito ao meio ambiente e com foco na sustentabilidade. Até mesmo as folhas danificadas são aproveitadas na fabricação dos acessórios”. – destaca a empresária.

Além do meio ambiente, a Flor do Cerrado zela pela inclusão social. Iniciada a partir de trabalhos voluntários desenvolvidos por Roze Mendes junto à comunidade de Samambaia (DF), a empresa dá preferência às artesãs que estavam fora do mercado de trabalho, onde têm a chance de recomeçar.

Devido ao sucesso da iniciativa, Roze foi convidada pela Fundação Aga Khan Moçambique para prestar consultoria na África por duas vezes. Em 2006, desenvolveu e aperfeiçoou técnicas de esqueletização e alimentação alternativa. Em 2011, passou 45 dias na Ilha de Ibo e nas cidades de Pemba e Palma, trocando experiências com as africanas sobre aproveitamento de alimentos, atividades em costura, trançados e artesanatos.

Tais experiências contribuem para a apresentação de produtos diferenciados e de qualidade. A Flor do Cerrado está se adequando constantemente às mudanças de mercado, para atender de forma personalizada às necessidades dos clientes. Colares, cintos, pulseiras, porta-guardanapos e até buquês de noivas são parte da coleção.

Para mais informações, estão disponíveis os telefones (61)3358-5184 ou 9215-9870. Também é possível encontrar detalhes por meio do Facebook Flor do Cerrado e no Twitter, @flordocerrado4.

Tem novidade no ar

Em dezembro, todo mundo faz um balanço do ano, não é verdade? Pois, comigo não será diferente, até porque, tenho novidades pra contar. De fato, no primeiro e no último mês do ano, recebi propostas que mudaram completamente (e pra muito melhor) os rumos da minha vida. Quem leu um dos primeiros posts, aqui no blog, sabe como tudo aconteceu. Parece ter sido ontem, mas já vai completar um ano da minha vinda definitiva para Brasília (DF), conforme orientação de Deus. E nada foi em vão, pois Ele mesmo se encarregou de cada momento, de cada detalhe, de cada nova pessoa, de cada iniciativa.

Agora, escrevo sobre o mover do Senhor pra encerrar 2011, também com chave de ouro e o fato é o seguinte: Nessa semana, fui surpreendida com um convite para assessorar o senador recém empossado, João Alberto Rodrigues Capiberibe (PSB/AP), no Senado Federal. Diversos fatores me levaram a aceitar a proposta com tanto carinho. Em apenas uma reunião, o senador demonstrou que vê, na equipe, uma família. Fato. A começar pela chefe de Gabinete, Sílvia Rocha, uma das pessoas mais capacitadas que conheci na vida, os profissionais estão sendo escolhidos “a dedo”, e incentivados pelo otimismo, pelo respeito e, acima de tudo, pela apresentação de ideais que levam em conta os valores da pessoa humana.

Trabalhar com um senador como Capiberibe não é algo qualquer, é um desafio que acolho com muita honra e responsabilidade, tendo em conta os traços, o carisma, a vivência e o conhecimento desse homem, cuja história é  forte. Para desempenhar tal função, trago a experiência adquirida ao longo dos anos, no rádio, no jornal, à frente da Assessoria do Instituto Nacional do Semiárido (INSA/MCTI) e como fotógrafa, ao lado do senador Antonio Carlos Valadares, líder do PSB no Senado, por quem tenho tanto apreço.

São muitos os motivos de agradecimento, pelos tantos presentes. Sou imensamente grata ao Sérgio Murilo, chefe de gabinete da Liderança do PSB no Senado, pelo acolhimento, pelo carinho, pelo apoio, desde o primeiro dia. Minha consideração por ele será por toda a vida. Há ainda outros importantes nomes, como o de Mônica Bentim, Cristiane Sousa, Manoel Simões, Sônia Bentim, que contribuíram para 2011 ser, de fato, esse sucesso. Como sabemos, um conjunto é feito de detalhes e, sem união, é impossível o êxito. A todos, meu sincero abraço.

Ah! Só mais um pouquinho! Antes de finalizar, preciso contar outra novidade para quem me acompanha aqui no blog, no Twitter, no Facebook e, até mesmo, pessoalmente: Aceitei convite da empresária brasiliense Samantha Mendes, para ser consultora em Comunicação da empresa “Flor do Cerrado”. Já tenho o prazer, inclusive, de assinar o ensaio fotográfico para o site a ser lançado nos próximos dias. O ano que vem promete, viu?

Aproveito para adiantar que a mãe de Samantha e idealizadora do projeto, Roze Mendes, está se preparando para viajar a Bruxelas, na Bélgica, onde participa do ‘Europália 2011’. Trata-se do maior festival cultural daquele país. No entanto, detalhes sobre esse e outros importantes assuntos relacionados à “Flor do Cerrado” e à atuação dinâmica do senador João Capiberibe, prometo contar em breve e tenho certeza de que você vai gostar. Por enquanto, são essas as informações. Aguarde muitas (e boas) notícias, em breve.

Esse mundo chamado Internet

A internet é um mundo. Aqui, reencontramos pessoas, viajamos no tempo, relembramos momentos, fazemos novos amigos, minimizamos saudades, fechamos negócios e tudo mais. No entanto, a velocidade da informação que estamos vivenciando tem nos obrigado a ser cada vez mais seletivos. Nenhum de nós procura quantidade em detrimento do quesito ‘qualidade’.

Também é importante saber que a internet não é uma terra sem lei, embora muitos pensem o contrário. Vez por outra, um despercebido usa palavras para ofender e demonstrar preconceitos e intolerâncias de variados tipos, o que é crime. Por outro lado, quando bem utilizada, a rede mundial de computadores traz resultados muito positivos. O site de relacionamentos Facebook, por exemplo, não me deixa mentir. O lucro da empresa chegou a 1,2 bilhão de dólares, somente nos primeiros nove meses de 2010.

Ah! Vale lembrar que as diversas redes sociais exigem linguagens apropriadas, abrangendo públicos diferenciados. Tais tecnologias marcaram a nossa era e, mais importante do que fazer dinheiro, servem para a permuta de conhecimentos e experiências em todas as áreas.

Aproveitando o ensejo, pra mim será uma honra ter a sua companhia também no Twitter (http://twitter.com/#!/alineeguedes) e no Recanto das Letras, por meio do link http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=15972.

Até o próximo post!

O preço da glória

Será que as pessoas ricas e famosas são realmente felizes? Já vi muitos se queixando de sua sorte, uns por serem pobres, não terem o que desejam, outros por possuírem tudo, menos tranquilidade.

Seria esse o preço da riqueza? Na realidade, a maioria das pessoas que adquirem bens neste mundo é triste, por falta de paz e, muitas vezes, de vida. Embora não seja regra, há exemplos práticos disso, e não muito distantes de nós. Exemplos de pessoas que enriqueceram até licitamente, mas, de repente, viram seu sossego e, até mesmo, a vida irem embora.

Lindos, ricos e famosos, sofrendo mágoas, depressões e até escoriações. Muitos dariam tudo para nunca terem conhecido um só dia de glória. Não que a fortuna seja ruim. Definitivamente. Mas, dependendo da maneira como ela é adquirida, ou do modo como é administrada, a riqueza pode se tornar um tormento.

Se você reclama de tudo e deseja sempre mais e mais, passe a repensar e a agradecer pela vida que Deus te tem dado...

Mais do que regras

Foto: Gislaine Bezerra
A vida é muito mais do que regras. Outro dia, estava eu vendo um concerto num teatro e fotografando às escondidas, pra variar (rs), quando recebi no celular a mensagem de um colega. Ele viu a cena em outra fileira, ao longe, e me escreveu: “Não pode fotografar aqui”. Apenas achei graça e prossegui “infringindo a lei”.

A situação só me inspirou a escrever sobre como algumas pessoas pararam num tempo onde predominam regrinhas e aprisionamentos. Ao invés de prestar atenção no maravilhoso concerto diante do qual estávamos, ele estava mais preocupado com o fato de eu estar fotografando, mesmo sem flash, mesmo em silêncio.

Cara! Algumas regras existem mesmo para serem quebradas. A atitude do meu colega apenas demonstra como estamos mais preocupados com coisinhas minúsculas, quando há tanta coisa mais importante. Ser feliz, por exemplo.

É lamentável saber que a nossa sociedade impôs ditames fajutos, onde os abraços sinceros foram trocados pelas tapinhas nas costas e os risos fingidos. As palavras verdadeiras foram substituídas até pelas calúnias, pela falsidade.

Ache ruim quem quiser, mas eu sou do tempo em que se ergue a bandeira da liberdade pela felicidade. Dos braços abertos, dos pulinhos de alegria, das conversas puras, do não ao ressentimento. Do “Deus te abençoe”, do ‘bom dia’ espontâneo, do chamar pelo nome. A vida é muito mais do que regras.

Não arrumo minha casa pelo medo de ser criticada. Arrumo pelo prazer de pisar num chão limpinho. Tocar a simples sequência de dó num violão velhinho, alisar o próprio corpo com um óleo no banho, inventar um prato, segurar a mão de um bebê que tenta puxar seus óculos a todo custo e, até mesmo, fotografar às escondidas. Ah! A vida tem tanta coisa pra gente curtir.

Busque não dar ouvidos a quem tenta te desestimular. A felicidade está nas coisas mais simples e, se você acredita, vá em frente. Não fique aí, mergulhado em regras. Não se preocupe demais. Confie sua vida ao Senhor Deus e siga sorrindo...

A combinação perigosa

Nesse fim de semana, avistei duas jovens bebendo dentro de um Celta, no Setor de Clubes Norte, em Brasília (DF). As duas pareciam se divertir e as altas risadas me chamaram à atenção.

Uma delas, ao volante, segurava uma garrafa e eu recuei dois passos, para me certificar de que se tratava de água. Infelizmente, não. As jovens estavam prestes a sair com o automóvel após ingerir um litro de Vodka, na perigosa combinação álcool x direção.

Apesar de não ter permanecido para ver o estrago, saí lamentando o fato de tantas pessoas ainda agirem desse modo inconsequente e irresponsável, esquecendo-se do seu semelhante, transformando veículos em armas. Pior ainda é ter consciência de que esse é apenas um pequenino exemplo de tantas aberrações Brasil afora.

Minha gente, de quê adianta Lei Seca? De quê adiantam estatísticas e noticiários? De quê está adiantando o Governo gastar milhões de reais em campanhas “Se beber, não dirija”?

Se, pelo menos, essas criaturas morressem sozinhas, o caso não teria tanta importância. Afinal de contas, quem procura, acha. A gravidade do problema está na possibilidade de elas encontrarem você ou eu pelo caminho...

Do Cerrado para o mundo


Foto: Aline Guedes
Modelos, estilistas e personalidades da sociedade brasiliense marcaram presença no lançamento oficial do 11º Capital Fashion Week (CFW), em 16 de novembro, no ‘Casa Park’ Brasília (DF). O evento, que ocorre desde 2005, foi idealizado e tem coordenação geral da empresária Márcia Lima.

Programas de sustentabilidade, preservação do meio ambiente, inclusão e responsabilidade social são os principais focos do CFW. Em todas as edições, já foram apresentadas mais de 300 coleções de marcas da Capital Federal, nacionais e internacionais, e lançados 35 novos estilistas no mercado local e brasileiro.

Dentre estes, o estilista pernambucano Romildo Nascimento, lançado em 2006, e Sann Marcuccy, que ganhou, em 2007, o prêmio Novos talentos do CFW e foi convidado pela Brasil Telecom para criar um figurino com o tema ‘brasilidade’, a partir de cartões telefônicos reciclados. Sann é consultor de moda da Universidade de Brasília (UNB) e desenvolve trabalhos em cooperativas e no LabModa/UnB.

A empresária brasiliense, Samantha Mendes, também marcou presença no lançamento do Capital Fashion Week. Quem já conhece ou ainda não ouviu falar, certamente, vai se interessar pelas novidades da coleção Flor do Cerrado 2012.

A mãe da jovem empreendedora, dona Rose, acaba de chegar da África, cheia de ideias inovadoras. Apesar de não ter fornecido detalhes, Samantha afirmou que está em fase de finalização do novo site, novo layout, e incremento de peças transadas, finas e sofisticadas, valorizando as belezas do Cerrado.

Este ano, o Capital Fashion Week ocorre de 28 a 30 de novembro, na Câmara Legislativa do Distrito Federal e conta com desfiles, palestras e exposições que valorizam a moda brasiliense. O credenciamento de Imprensa ocorre até o dia 22 de novembro. Vale a pena conferir!

SBPC pelo progresso da ciência

Todos os anos, no mês de julho, pesquisadores, cientistas, professores e estudantes se encontram em um estado brasileiro diferente, sempre em uma universidade, para a Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Criada em oito de julho de 1948, por um grupo de cientistas e amigos da ciência, a SBPC completou, em 2011, 63 anos de atuação. E são muitos os marcos de crescimento e fortalecimento da instituição, que, inclusive, resistiu à ditadura militar.

Promover conferências, estimular o pensamento crítico e apoiar o desenvolvimento nacional por meio da ciência são características da SBPC, cuja função também é trabalhar junto ao governo para ampliar recursos destinados à área. A Reunião Anual é o maior evento científico do país. Durante uma semana inteira, estudiosos, autoridades, gestores do sistema nacional de ciência e tecnologia (C&T) e representantes de sociedades científicas apresentam os avanços e discutem formas de aperfeiçoamento das políticas públicas para a ciência nas diversas áreas do conhecimento. Esse ano foi a vez de Goiânia sediar o evento, na Universidade Federal de Goiás (UFG). A próxima edição ocorrerá na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em São Luís.

Com participação cada vez crescente, o público sempre supera as expectativas dos organizadores. A programação científica é composta por conferências, simpósios, mesas-redondas, encontros, sessões especiais, minicursos e sessões de pôsteres. Também são realizados diversos eventos paralelos, a exemplo da SBPC Jovem (programação voltada para estudantes do ensino básico), da ExpoT&C  (mostra de ciência e tecnologia) e da SBPC Cultural (composta de atividades artísticas regionais).

Outro ponto importante a ser ressaltado é a participação da SBPC e da Academia Brasileira de Ciências (ABC) nas discussões sobre as modificações no marco legal em torno da proteção e uso da vegetação brasileira, em curso no Congresso Nacional. Essas instituições organizaram um Grupo de Trabalho composto por cientistas e representantes dos setores ambiental e agrícola brasileiros, com a missão de analisar, em profundidade, a questão ampla do Código Florestal vigente e do substitutivo ao Projeto de Lei nº 1.876/99, aprovado pela Comissão Especial de Revisão do Código Florestal.

Foram apresentados à imprensa os resultados dos estudos que analisaram as questões relativas ao Código Florestal brasileiro à luz do conhecimento científico e tecnológico. Esses estudos fornecem dados e argumentos técnico-científicos para subsidiar as discussões em torno de mudanças no Código Florestal propostas no substitutivo ao Projeto de Lei nº 1.876/99.

Esses são apenas alguns exemplos da atuação da SBPC, que não é uma agremiação de técnicos e cientistas. Nenhuma qualificação técnica é exigida para a admissão como sócio, mas tão somente o desejo de contribuir, de algum modo, para o Progresso da Ciência no País.

Um dia muito louco

Jornalista pode reclamar de tudo nessa vida. Baixo salário, fome, frio, cansaço, solidão, tudo, menos de uma coisa: monotonia. Se existe algo não proporcionado por essa profissão, é o tal do tédio. E hoje, em especial, meu dia foi inusitado. Teve desde uma manifestação nada pacífica, terminada em detenção, passando por ministro preso no elevador, até uma posse que, como um parto, foi aguardada por nove meses.

Vamos aos fatos. No meio da manhã, a ala Alexandre Costa do Senado Federal foi tomada por estudantes de diversos cursos de graduação da Universidade de Brasília (UNB), em protesto contra o novo Código Florestal ora discutido pelos senadores, em audiência conjunta da Comissão de Agricultura e de Ciência e Tecnologia.

Com cartazes e gritos (em alto e bom som), os jovens criticavam os parlamentares ligados à bancada ruralista. Ao final da audiência e com ânimos bem acirrados, alguns deles, segundo informações extra-oficiais, teriam cuspido e desacatado autoridades. Os detidos foram levados à Polícia do Senado para prestar depoimento, enquanto os demais saíram correndo e gritando pelos corredores. Até o início da noite,  diversos manifestantes permaneciam na porta, esperando a liberação dos alunos apreendidos.

À tarde, um fato curioso preocupou, mas não deixou de ser engraçado. Estava eu no Ministério da Saúde, para cobrir uma reunião que demorou a começar porque o ministro, Alexandre Padilha, o senador sergipano, Eduardo Amorim, e outros parlamentares, dentre deputados e prefeitos, ficaram presos por aproximadamente quinze minutos, em dois elevadores do prédio em reforma. Após libertados (e todos literalmente com saúde), o encontro foi bem sucedido. Foi entregue ao ministro Padilha um abaixo-assinado com 150 mil assinaturas pedindo apoio do Ministério para a construção do Hospital do Câncer de Sergipe.

Já no comecinho da noite, foi a vez da posse do senador paraibano Cássio Cunha Lima, no Senado Federal. Governador Ricardo Coutinho, deputados estaduais e federais, vereadores, muitos políticos presentes, deixaram plenário e galeria lotados. Mesmo sendo algo proibido, houve aplausos e manifestações de alegria. Em coletiva, Cássio prometeu exercer um mandato “à altura da expectativa dos paraibanos e brasileiros”, o que será possível por meio da experiência adquirida ao longo do tempo, mas agirá com calma, até ganhar o ritmo natural de trabalho. Legal. Assim seja, né?

Bom, pessoal, por hoje, é só. Ufa! Estou com os pés doendo. Venha o dia seguinte!