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A "Flor do Cerrado" e o sucesso na Bélgica

A empresa brasiliense Flor do Cerrado está cada vez mais conhecida ao redor do mundo. Os acessórios, feitos à base de folhas do Cerrado, estão expostos na Europália, em Bruxelas, na Bélgica, até janeiro de 2012 e a boa aceitação do público está fazendo as encomendas triplicarem. A informação é da artesã e idealizadora da Flor do Cerrado, Roze Mendes, que está no evento, o maior festival de cultura da Europa.

Esse ano, o país homenageado na Europália é o Brasil. Nada mais justo do que apresentar para pessoas de todas as partes do planeta produtos genuinamente brasileiros.

“Muita gente não sabe que o Cerrado é um bioma único no mundo, ou seja, somente existe no Brasil. E todos ficam encantados com a beleza e exclusividade das peças, que são produzidas com respeito ao meio ambiente e com foco na sustentabilidade. Até mesmo as folhas danificadas são aproveitadas na fabricação dos acessórios”. – destaca a empresária.

Além do meio ambiente, a Flor do Cerrado zela pela inclusão social. Iniciada a partir de trabalhos voluntários desenvolvidos por Roze Mendes junto à comunidade de Samambaia (DF), a empresa dá preferência às artesãs que estavam fora do mercado de trabalho, onde têm a chance de recomeçar.

Devido ao sucesso da iniciativa, Roze foi convidada pela Fundação Aga Khan Moçambique para prestar consultoria na África por duas vezes. Em 2006, desenvolveu e aperfeiçoou técnicas de esqueletização e alimentação alternativa. Em 2011, passou 45 dias na Ilha de Ibo e nas cidades de Pemba e Palma, trocando experiências com as africanas sobre aproveitamento de alimentos, atividades em costura, trançados e artesanatos.

Tais experiências contribuem para a apresentação de produtos diferenciados e de qualidade. A Flor do Cerrado está se adequando constantemente às mudanças de mercado, para atender de forma personalizada às necessidades dos clientes. Colares, cintos, pulseiras, porta-guardanapos e até buquês de noivas são parte da coleção.

Para mais informações, estão disponíveis os telefones (61)3358-5184 ou 9215-9870. Também é possível encontrar detalhes por meio do Facebook Flor do Cerrado e no Twitter, @flordocerrado4.

Tem novidade no ar

Em dezembro, todo mundo faz um balanço do ano, não é verdade? Pois, comigo não será diferente, até porque, tenho novidades pra contar. De fato, no primeiro e no último mês do ano, recebi propostas que mudaram completamente (e pra muito melhor) os rumos da minha vida. Quem leu um dos primeiros posts, aqui no blog, sabe como tudo aconteceu. Parece ter sido ontem, mas já vai completar um ano da minha vinda definitiva para Brasília (DF), conforme orientação de Deus. E nada foi em vão, pois Ele mesmo se encarregou de cada momento, de cada detalhe, de cada nova pessoa, de cada iniciativa.

Agora, escrevo sobre o mover do Senhor pra encerrar 2011, também com chave de ouro e o fato é o seguinte: Nessa semana, fui surpreendida com um convite para assessorar o senador recém empossado, João Alberto Rodrigues Capiberibe (PSB/AP), no Senado Federal. Diversos fatores me levaram a aceitar a proposta com tanto carinho. Em apenas uma reunião, o senador demonstrou que vê, na equipe, uma família. Fato. A começar pela chefe de Gabinete, Sílvia Rocha, uma das pessoas mais capacitadas que conheci na vida, os profissionais estão sendo escolhidos “a dedo”, e incentivados pelo otimismo, pelo respeito e, acima de tudo, pela apresentação de ideais que levam em conta os valores da pessoa humana.

Trabalhar com um senador como Capiberibe não é algo qualquer, é um desafio que acolho com muita honra e responsabilidade, tendo em conta os traços, o carisma, a vivência e o conhecimento desse homem, cuja história é  forte. Para desempenhar tal função, trago a experiência adquirida ao longo dos anos, no rádio, no jornal, à frente da Assessoria do Instituto Nacional do Semiárido (INSA/MCTI) e como fotógrafa, ao lado do senador Antonio Carlos Valadares, líder do PSB no Senado, por quem tenho tanto apreço.

São muitos os motivos de agradecimento, pelos tantos presentes. Sou imensamente grata ao Sérgio Murilo, chefe de gabinete da Liderança do PSB no Senado, pelo acolhimento, pelo carinho, pelo apoio, desde o primeiro dia. Minha consideração por ele será por toda a vida. Há ainda outros importantes nomes, como o de Mônica Bentim, Cristiane Sousa, Manoel Simões, Sônia Bentim, que contribuíram para 2011 ser, de fato, esse sucesso. Como sabemos, um conjunto é feito de detalhes e, sem união, é impossível o êxito. A todos, meu sincero abraço.

Ah! Só mais um pouquinho! Antes de finalizar, preciso contar outra novidade para quem me acompanha aqui no blog, no Twitter, no Facebook e, até mesmo, pessoalmente: Aceitei convite da empresária brasiliense Samantha Mendes, para ser consultora em Comunicação da empresa “Flor do Cerrado”. Já tenho o prazer, inclusive, de assinar o ensaio fotográfico para o site a ser lançado nos próximos dias. O ano que vem promete, viu?

Aproveito para adiantar que a mãe de Samantha e idealizadora do projeto, Roze Mendes, está se preparando para viajar a Bruxelas, na Bélgica, onde participa do ‘Europália 2011’. Trata-se do maior festival cultural daquele país. No entanto, detalhes sobre esse e outros importantes assuntos relacionados à “Flor do Cerrado” e à atuação dinâmica do senador João Capiberibe, prometo contar em breve e tenho certeza de que você vai gostar. Por enquanto, são essas as informações. Aguarde muitas (e boas) notícias, em breve.

Esse mundo chamado Internet

A internet é um mundo. Aqui, reencontramos pessoas, viajamos no tempo, relembramos momentos, fazemos novos amigos, minimizamos saudades, fechamos negócios e tudo mais. No entanto, a velocidade da informação que estamos vivenciando tem nos obrigado a ser cada vez mais seletivos. Nenhum de nós procura quantidade em detrimento do quesito ‘qualidade’.

Também é importante saber que a internet não é uma terra sem lei, embora muitos pensem o contrário. Vez por outra, um despercebido usa palavras para ofender e demonstrar preconceitos e intolerâncias de variados tipos, o que é crime. Por outro lado, quando bem utilizada, a rede mundial de computadores traz resultados muito positivos. O site de relacionamentos Facebook, por exemplo, não me deixa mentir. O lucro da empresa chegou a 1,2 bilhão de dólares, somente nos primeiros nove meses de 2010.

Ah! Vale lembrar que as diversas redes sociais exigem linguagens apropriadas, abrangendo públicos diferenciados. Tais tecnologias marcaram a nossa era e, mais importante do que fazer dinheiro, servem para a permuta de conhecimentos e experiências em todas as áreas.

Aproveitando o ensejo, pra mim será uma honra ter a sua companhia também no Twitter (http://twitter.com/#!/alineeguedes) e no Recanto das Letras, por meio do link http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=15972.

Até o próximo post!

O preço da glória

Será que as pessoas ricas e famosas são realmente felizes? Já vi muitos se queixando de sua sorte, uns por serem pobres, não terem o que desejam, outros por possuírem tudo, menos tranquilidade.

Seria esse o preço da riqueza? Na realidade, a maioria das pessoas que adquirem bens neste mundo é triste, por falta de paz e, muitas vezes, de vida. Embora não seja regra, há exemplos práticos disso, e não muito distantes de nós. Exemplos de pessoas que enriqueceram até licitamente, mas, de repente, viram seu sossego e, até mesmo, a vida irem embora.

Lindos, ricos e famosos, sofrendo mágoas, depressões e até escoriações. Muitos dariam tudo para nunca terem conhecido um só dia de glória. Não que a fortuna seja ruim. Definitivamente. Mas, dependendo da maneira como ela é adquirida, ou do modo como é administrada, a riqueza pode se tornar um tormento.

Se você reclama de tudo e deseja sempre mais e mais, passe a repensar e a agradecer pela vida que Deus te tem dado...

Mais do que regras

Foto: Gislaine Bezerra
A vida é muito mais do que regras. Outro dia, estava eu vendo um concerto num teatro e fotografando às escondidas, pra variar (rs), quando recebi no celular a mensagem de um colega. Ele viu a cena em outra fileira, ao longe, e me escreveu: “Não pode fotografar aqui”. Apenas achei graça e prossegui “infringindo a lei”.

A situação só me inspirou a escrever sobre como algumas pessoas pararam num tempo onde predominam regrinhas e aprisionamentos. Ao invés de prestar atenção no maravilhoso concerto diante do qual estávamos, ele estava mais preocupado com o fato de eu estar fotografando, mesmo sem flash, mesmo em silêncio.

Cara! Algumas regras existem mesmo para serem quebradas. A atitude do meu colega apenas demonstra como estamos mais preocupados com coisinhas minúsculas, quando há tanta coisa mais importante. Ser feliz, por exemplo.

É lamentável saber que a nossa sociedade impôs ditames fajutos, onde os abraços sinceros foram trocados pelas tapinhas nas costas e os risos fingidos. As palavras verdadeiras foram substituídas até pelas calúnias, pela falsidade.

Ache ruim quem quiser, mas eu sou do tempo em que se ergue a bandeira da liberdade pela felicidade. Dos braços abertos, dos pulinhos de alegria, das conversas puras, do não ao ressentimento. Do “Deus te abençoe”, do ‘bom dia’ espontâneo, do chamar pelo nome. A vida é muito mais do que regras.

Não arrumo minha casa pelo medo de ser criticada. Arrumo pelo prazer de pisar num chão limpinho. Tocar a simples sequência de dó num violão velhinho, alisar o próprio corpo com um óleo no banho, inventar um prato, segurar a mão de um bebê que tenta puxar seus óculos a todo custo e, até mesmo, fotografar às escondidas. Ah! A vida tem tanta coisa pra gente curtir.

Busque não dar ouvidos a quem tenta te desestimular. A felicidade está nas coisas mais simples e, se você acredita, vá em frente. Não fique aí, mergulhado em regras. Não se preocupe demais. Confie sua vida ao Senhor Deus e siga sorrindo...

A combinação perigosa

Nesse fim de semana, avistei duas jovens bebendo dentro de um Celta, no Setor de Clubes Norte, em Brasília (DF). As duas pareciam se divertir e as altas risadas me chamaram à atenção.

Uma delas, ao volante, segurava uma garrafa e eu recuei dois passos, para me certificar de que se tratava de água. Infelizmente, não. As jovens estavam prestes a sair com o automóvel após ingerir um litro de Vodka, na perigosa combinação álcool x direção.

Apesar de não ter permanecido para ver o estrago, saí lamentando o fato de tantas pessoas ainda agirem desse modo inconsequente e irresponsável, esquecendo-se do seu semelhante, transformando veículos em armas. Pior ainda é ter consciência de que esse é apenas um pequenino exemplo de tantas aberrações Brasil afora.

Minha gente, de quê adianta Lei Seca? De quê adiantam estatísticas e noticiários? De quê está adiantando o Governo gastar milhões de reais em campanhas “Se beber, não dirija”?

Se, pelo menos, essas criaturas morressem sozinhas, o caso não teria tanta importância. Afinal de contas, quem procura, acha. A gravidade do problema está na possibilidade de elas encontrarem você ou eu pelo caminho...

Do Cerrado para o mundo


Foto: Aline Guedes
Modelos, estilistas e personalidades da sociedade brasiliense marcaram presença no lançamento oficial do 11º Capital Fashion Week (CFW), em 16 de novembro, no ‘Casa Park’ Brasília (DF). O evento, que ocorre desde 2005, foi idealizado e tem coordenação geral da empresária Márcia Lima.

Programas de sustentabilidade, preservação do meio ambiente, inclusão e responsabilidade social são os principais focos do CFW. Em todas as edições, já foram apresentadas mais de 300 coleções de marcas da Capital Federal, nacionais e internacionais, e lançados 35 novos estilistas no mercado local e brasileiro.

Dentre estes, o estilista pernambucano Romildo Nascimento, lançado em 2006, e Sann Marcuccy, que ganhou, em 2007, o prêmio Novos talentos do CFW e foi convidado pela Brasil Telecom para criar um figurino com o tema ‘brasilidade’, a partir de cartões telefônicos reciclados. Sann é consultor de moda da Universidade de Brasília (UNB) e desenvolve trabalhos em cooperativas e no LabModa/UnB.

A empresária brasiliense, Samantha Mendes, também marcou presença no lançamento do Capital Fashion Week. Quem já conhece ou ainda não ouviu falar, certamente, vai se interessar pelas novidades da coleção Flor do Cerrado 2012.

A mãe da jovem empreendedora, dona Rose, acaba de chegar da África, cheia de ideias inovadoras. Apesar de não ter fornecido detalhes, Samantha afirmou que está em fase de finalização do novo site, novo layout, e incremento de peças transadas, finas e sofisticadas, valorizando as belezas do Cerrado.

Este ano, o Capital Fashion Week ocorre de 28 a 30 de novembro, na Câmara Legislativa do Distrito Federal e conta com desfiles, palestras e exposições que valorizam a moda brasiliense. O credenciamento de Imprensa ocorre até o dia 22 de novembro. Vale a pena conferir!

SBPC pelo progresso da ciência

Todos os anos, no mês de julho, pesquisadores, cientistas, professores e estudantes se encontram em um estado brasileiro diferente, sempre em uma universidade, para a Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Criada em oito de julho de 1948, por um grupo de cientistas e amigos da ciência, a SBPC completou, em 2011, 63 anos de atuação. E são muitos os marcos de crescimento e fortalecimento da instituição, que, inclusive, resistiu à ditadura militar.

Promover conferências, estimular o pensamento crítico e apoiar o desenvolvimento nacional por meio da ciência são características da SBPC, cuja função também é trabalhar junto ao governo para ampliar recursos destinados à área. A Reunião Anual é o maior evento científico do país. Durante uma semana inteira, estudiosos, autoridades, gestores do sistema nacional de ciência e tecnologia (C&T) e representantes de sociedades científicas apresentam os avanços e discutem formas de aperfeiçoamento das políticas públicas para a ciência nas diversas áreas do conhecimento. Esse ano foi a vez de Goiânia sediar o evento, na Universidade Federal de Goiás (UFG). A próxima edição ocorrerá na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em São Luís.

Com participação cada vez crescente, o público sempre supera as expectativas dos organizadores. A programação científica é composta por conferências, simpósios, mesas-redondas, encontros, sessões especiais, minicursos e sessões de pôsteres. Também são realizados diversos eventos paralelos, a exemplo da SBPC Jovem (programação voltada para estudantes do ensino básico), da ExpoT&C  (mostra de ciência e tecnologia) e da SBPC Cultural (composta de atividades artísticas regionais).

Outro ponto importante a ser ressaltado é a participação da SBPC e da Academia Brasileira de Ciências (ABC) nas discussões sobre as modificações no marco legal em torno da proteção e uso da vegetação brasileira, em curso no Congresso Nacional. Essas instituições organizaram um Grupo de Trabalho composto por cientistas e representantes dos setores ambiental e agrícola brasileiros, com a missão de analisar, em profundidade, a questão ampla do Código Florestal vigente e do substitutivo ao Projeto de Lei nº 1.876/99, aprovado pela Comissão Especial de Revisão do Código Florestal.

Foram apresentados à imprensa os resultados dos estudos que analisaram as questões relativas ao Código Florestal brasileiro à luz do conhecimento científico e tecnológico. Esses estudos fornecem dados e argumentos técnico-científicos para subsidiar as discussões em torno de mudanças no Código Florestal propostas no substitutivo ao Projeto de Lei nº 1.876/99.

Esses são apenas alguns exemplos da atuação da SBPC, que não é uma agremiação de técnicos e cientistas. Nenhuma qualificação técnica é exigida para a admissão como sócio, mas tão somente o desejo de contribuir, de algum modo, para o Progresso da Ciência no País.

Um dia muito louco

Jornalista pode reclamar de tudo nessa vida. Baixo salário, fome, frio, cansaço, solidão, tudo, menos de uma coisa: monotonia. Se existe algo não proporcionado por essa profissão, é o tal do tédio. E hoje, em especial, meu dia foi inusitado. Teve desde uma manifestação nada pacífica, terminada em detenção, passando por ministro preso no elevador, até uma posse que, como um parto, foi aguardada por nove meses.

Vamos aos fatos. No meio da manhã, a ala Alexandre Costa do Senado Federal foi tomada por estudantes de diversos cursos de graduação da Universidade de Brasília (UNB), em protesto contra o novo Código Florestal ora discutido pelos senadores, em audiência conjunta da Comissão de Agricultura e de Ciência e Tecnologia.

Com cartazes e gritos (em alto e bom som), os jovens criticavam os parlamentares ligados à bancada ruralista. Ao final da audiência e com ânimos bem acirrados, alguns deles, segundo informações extra-oficiais, teriam cuspido e desacatado autoridades. Os detidos foram levados à Polícia do Senado para prestar depoimento, enquanto os demais saíram correndo e gritando pelos corredores. Até o início da noite,  diversos manifestantes permaneciam na porta, esperando a liberação dos alunos apreendidos.

À tarde, um fato curioso preocupou, mas não deixou de ser engraçado. Estava eu no Ministério da Saúde, para cobrir uma reunião que demorou a começar porque o ministro, Alexandre Padilha, o senador sergipano, Eduardo Amorim, e outros parlamentares, dentre deputados e prefeitos, ficaram presos por aproximadamente quinze minutos, em dois elevadores do prédio em reforma. Após libertados (e todos literalmente com saúde), o encontro foi bem sucedido. Foi entregue ao ministro Padilha um abaixo-assinado com 150 mil assinaturas pedindo apoio do Ministério para a construção do Hospital do Câncer de Sergipe.

Já no comecinho da noite, foi a vez da posse do senador paraibano Cássio Cunha Lima, no Senado Federal. Governador Ricardo Coutinho, deputados estaduais e federais, vereadores, muitos políticos presentes, deixaram plenário e galeria lotados. Mesmo sendo algo proibido, houve aplausos e manifestações de alegria. Em coletiva, Cássio prometeu exercer um mandato “à altura da expectativa dos paraibanos e brasileiros”, o que será possível por meio da experiência adquirida ao longo do tempo, mas agirá com calma, até ganhar o ritmo natural de trabalho. Legal. Assim seja, né?

Bom, pessoal, por hoje, é só. Ufa! Estou com os pés doendo. Venha o dia seguinte!

Flores para homens

Existe coisa mais batida do que presente para homem? Geralmente, não passa de uma camisa, um chaveiro do time preferido, uma gravata transada, um cartão. Entretanto, brindar representantes do sexo masculino pode ser bem mais interessante do que isso, dependendo do nosso grau de criatividade.

Falemos de flores. Você já deu ou daria flores a um varão? Após entrevistar alguns atores do meu dia-a-dia, pude constatar que muitos amam a ideia. Rosas, cravos, gérberas, girassóis. Variados tipos, tamanhos e cores, dependendo da pessoa e do que você deseja transmitir a ela (Por isso, é necessária nossa sensibilidade). 
Jasmim Manga
Pontão do Lago Sul - Brasília (DF)
Foto: Aline Guedes

Ao contrário de nós, mulheres, que nos derretemos tão facilmente, chegar com flores para um homem, de aparente dureza e sem sentimentos na maioria das vezes, tem um significado diferente. Forte, contraditório, surpreendente.

Dum total de dez entrevistados, nove me afirmaram já terem recebido e descreveram a sensação como inusitada, especial. Na hora de presentear, só precisamos ter em mente que a maioria das pessoas o fazem pensando em si mesmas. Por meio disso, muitas querem reconhecimento, elogios, sem lembrar que um presente é para quem recebe e não para quem o dá e as reações são variadas. O presenteado pode ficar feliz ou não. E é assim mesmo.

Mesmo correndo riscos, presentear é sempre muito gostoso e dar flores é extremamente gratificante. Acoplar a elas um bom vinho e bombons é, além de tudo, de afável elegância. Taí a ideia. Agora, vamos lá, meninas! Pensem, arregacem as mangas e... ao trabalho!

Fria, seca e bela*

Das cidades que tive a oportunidade de visitar nesse Brasil até agora, a capital paranaense, Curitiba, mais me encantou. Admirável lugar de gente bonita, ruas limpas, trânsito organizado. Construções belíssimas, shoppings uma gracinha, muitos parques com lagos e mata nativa, motoristas acautelados. À noite, o Jardim Botânico está deslumbrante, iluminado com cores que vão mudando semanalmente, até a chegada da Copa do Mundo 2014.

Foto: Aline Guedes
Percebi que a vida naquela cidade não é uma loucura desenfreada. A qualidade de ensino por lá é muito boa e o nível cultural, elevado. Embora tenha passeado muito de táxi, ônibus e a pé, não vi bairros menos favorecidos. Mendigos há, é claro, mas poucos, num lugar com quase dois milhões de habitantes.

O sotaque é outra característica que chamou minha atenção. Por não haver muitos paranaenses em meu círculo de amigos, pensei que o jeito de falar da então senadora e atual ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman, se devia ao fato de ela ter morado fora do país ou coisa parecida. Mas, chegando a Curitiba, percebi que todos falam como ela. Não é um jeitinho de pronunciar as palavras, como os pindamonhangabenses, arrastada, como os baianos, nem funkeada, como os cariocas. É uma forma simplesmente seca e não menos interessante por isso.

Outra curiosidade é o fato de haver centenas de umidificadores de ar à venda nas lojas, mesmo com tanta chuva e um frio de matar os menos precavidos. Frio este que não se refere apenas à temperatura ambiente, mas aos relacionamentos. Os moradores são sisudos e não conhecem muito o próprio lugar. Você acredita que eu tive de explicar ao taxista o caminho para o meu hotel? Em pleno Centro, um rapaz não soube informar onde havia uma agência dos Correios, pra que eu pudesse enviar meus cartõezinhos postais e duas jovens estudantes não souberam onde estava o ponto de informações turísticas, apontado erroneamente no mapa. Ainda bem que o meu sensor de localização estava ligado e eu descobri sozinha.

Bom. Não sei se a maneira de os curitibanos tratarem turistas é culpa da frente fria ou não, mas, seria muito proveitoso se eles recebessem um treinamento intensivo do pessoal do Nordeste que, modéstia à parte, sabe atender muito bem. Já pensou na perfeição de uma cidade linda e limpa recepcionando calorosamente seus visitantes? Enquanto o milagre não acontece, encerro dizendo que pretendo retornar, porque está comprovado: Curitiba é indicação certeira para um roteiro de lua-de-mel, um belo passeio em família ou, até mesmo, sozinha, como eu.

*O título foi sugerido pelo jornalista Asueli de Moura

Mais uma semana

Ainda não foi dessa vez. O senador recém diplomado pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE/PB), Cássio Cunha Lima (PSDB), até veio ao Plenário do Senado Federal, na tarde da quarta-feira, 26, mas voltou sem tomar posse. Isto porque, em reunião com o presidente do Congresso, senador José Sarney, ficou determinado que Cunha Lima somente será empossado em 07 de novembro.

No entanto, Cássio disse que o cumprimento da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) representa a “soberania do voto popular” e considerou a medida de Sarney “apenas uma cautela, para que se cumpra um prazo de manifestação de Wilson Santiago (PMDB)”.

Foto: Cadu Gomes
Ele voltou a afirmar que não teve o mandato perdido por corrupção e prometeu fazer uma oposição de resultados, acompanhando e fiscalizando os atos do Poder Executivo, sempre em benefício da sociedade. “Fui prefeito, deputado, governador e não tive uma imputação de débito. Mais do que uma ficha limpa, eu tenho uma vida limpa” – declarou.

Em Brasília, a expectativa não era apenas de Cássio. O governador Ricardo Coutinho, o vice-governador Rômulo Gouveia, o deputado federal Aguinaldo Ribeiro e outros políticos paraibanos esperavam sair da cerimônia de posse da ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), Ana Arraes, diretamente para a posse de Cunha Lima, no entanto, terão de esperar mais uma semana.

Português

Foto: Site de buscas
Dizem que a nossa Língua Portuguesa é das mais difíceis. Eu concordo. Significado das palavras, conjugação de verbos e acentuação. Tudo muito complicado. E o novo acordo ortográfico, que deixou tanta gente em parafuso? Auto-suficiente tornou-se autossuficiente. Idéia, agora é ideia. Os olhos até estranham, não é mesmo?

A pontuação é outra que apavora. Uma vírgula pode acrescentar ou diminuir o número de pessoas na história; um ponto no lugar errado pode mudar o sentido de toda a frase. Também existe aquele velho dilema do uso do “G” ou “J”. Existe “viagem” e “viajem”. Um é substantivo, enquanto o outro é verbo conjugado. Por isso, é necessário cuidado ao utilizá-los.

Lembro-me de um dia, na sala de aula, nossa professora de Português, Ninfa Macedo, ter perguntado à classe se a palavra “quiser” seria com “Z” ou com “S”. Eu fui uma das que responderam com um sonoro ZZZZZZ e, é claro, fui corrigida na hora. Nunca mais esqueci: “quiser” é com “S”.

O uso do “mim” e do “eu” também confunde muita gente. Por exemplo: “Minha mãe pediu pra mim fazer o exercício” fica interessante quando é falado por indiozinhos. Para nós outros, o mais indicado é dizer “Minha mãe pediu pra eu fazer o exercício”. E por aí, vai.

Esquecendo um pouco as dificuldades da Língua, julgo não haver nada tão gostoso quanto ler um texto bem escrito. Bem elaborado. Uma receita de bolo, uma carta oficial, um bilhete romântico, até mesmo uma conversa informal entre amigos ganha formato diferente quando vai para o papel. Isso porque, para ser entendido, o texto precisa de itens como coesão, concisão e clareza.

Assim como tudo na vida, acredito que saber articular palavras também é um dom. Alguns se expressam melhor tocando um instrumento, interpretando, cantando, dançando. Outros, pintando. E você? Já descobriu qual é o seu dom? 

Dia nublado

Quando a gente passa por uma decepção, um problema que parece não ter jeito, o dia fica nublado, o mar sem ondas, qualquer melodia perde a graça. Acho que todo mundo já passou por algo assim.

Certo dia, voltando de uma viagem de trabalho, fiz conexão no aeroporto dos Guararapes, Recife, em meio a muita chuva. O dia estava tão feio e tão cinzento, mas, assim que o avião decolou, não muitos metros acima, incrivelmente, as nuvens escuras e carregadas deram lugar a um céu de azul inigualável. A paisagem agora era outra: nuvens esparsas e branquinhas, branquinhas.  

Foto: Aline Guedes
 Fiquei, então, imaginando como seria tudo tão mais fácil se, ao invés de mergulharmos em lamentos cada vez que algo desse errado, pudéssemos embarcar num avião, para perceber que a tormenta passa em segundos. 
É preciso acreditar. Chuva e mau tempo são passageiros. Pouco depois, sopra uma brisa suave, que leva as nuvens embora, e o sol volta a sorrir pra nós...

O detalhe que pôs tudo a perder

Em qualquer tipo de negócio, lidar com clientes é uma questão muito delicada. Alguns são tão bonzinhos, que dá dó. Outros, tão ruinzinhos, que dá é raiva. Por isso, atender pessoas exige feeling, sabedoria e muita dedicação. Na verdade, a relação negociante-cliente-atendente-cliente é bem complexa. 

Se, por um lado, alguns tipos de fregueses fazem questão por qualquer coisa e estão “sempre com a razão”, por outro, existem os vendedores que, quando não tentam empurrar todo e qualquer produto na gente, fazem de conta que não estão nos vendo. Pior ainda: Existem aqueles que nos tratam de acordo com a nossa maneira de vestir. Outro problema sério é quando um cliente nem tão exigente se depara com um comerciante aproveitador ou muito, muito despreparado. 

Certo dia, estava num restaurante, em Petrópolis (RJ), onde a comida era ótima, o ambiente, agradável, mas, na hora do pagamento... No caixa, um dos garçons me pediu para esperar um pouco e eu já seria atendida. Após muitos minutos, veio uma senhora que parecia ser a dona do estabelecimento, ao telefone, falando alto e fechando algum negócio, porque ela não parava de dizer preços. Continuei parada, em pé, esperando a boa vontade da pessoa, até que fui reprovada no teste de paciência, dei-lhe um olhar de insatisfação e fiz como quem ia sair. Ainda ao telefone, a moça deu um sopetão na minha comanda, fez a soma com força e me mostrou o valor, no visor da calculadora. Em seguida, tomou o cartão de crédito da minha mão, pegou a máquina de Visa, me devolveu para a senha e eu mesma fui obrigada a finalizar o procedimento. 

Ela permaneceu ao telefone e sequer sorriu ou agradeceu pela preferência (Se bem que, àquela altura, de nada mais adiantaria). Eu saí, certa de que, num futuro retorno à cidade, o restaurante localizado ao lado do Museu de Cera, estará fora da minha lista de opções. Isso serve para ilustrar um fato: mesmo não sendo exigente, todo cliente merece um mínimo de atenção e respeito…

Admirando os mineirinhos

Foto: Aline Guedes
Esses dias, tive a oportunidade de conhecer mais um belo lugar do Brasil: Juiz de Fora (MG). Localizado a cerca de 270 quilômetros da Capital mineira, Belo Horizonte, o município tem aproximadamente 530 mil habitantes. A cidade é a quarta maior do estado, ficando atrás de BH, Uberlândia e Contagem. Dentre seus aspectos que impressionam, está o dinamismo, a limpeza urbana e, principalmente, a educação dos motoristas. Eles dão lugar sem reclamar e buzinam pouco. 

Logo que cheguei, ao esperar no semáforo, uma senhora no carro vizinho percebeu minha placa e perguntou se eu precisava de alguma orientação ou ajuda na cidade. Eu disse que não e agradeci, mas foi o suficiente para aumentar minha admiração pelos mineirinhos. 

Outros lugares bem que poderiam seguir o exemplo.

Não chore…

Foto: Elaine Silva -
Vista da Pedra da Gávea/RJ
Às vezes relutamos por tudo. Até mesmo, em abandonar algo que julgamos ser o melhor para nós. E pode até ser. Por um momento. E momentos passam. Acontece que a vida é longa, mas nossa visão é muito curta. Não sabemos o que ocorrerá conosco daqui a trinta segundos. Você já parou para pensar em quantas mulheres sofrem mundo afora, ao lado de pessoas que julgavam ser o amor de suas vidas e hoje se vêem presas a uma situação devastadora, sem poderem mais se desvencilhar? Quem sabe, até tenham sido avisadas, aconselhadas, mas teimado. O Dono de todas as coisas sempre tem o melhor para nós, mas insistimos em querer apenas o que está diante dos nossos olhos. 

“O futuro a Deus pertence”. Não é esse o ditado? Eu concordo. Mas recolocaria as palavras: “O nosso futuro deve ser entregue completamente nas mãos do Senhor”. Às vezes, nossa história está sendo escrita com letras de ouro, mas nós vamos lá, usamos uma borrachinha e a refazemos com lápis comum e garranchos. Por mais que queiramos algo que insiste em não ficar, por mais difícil e doloroso, é necessário deixar. O que parece ser perda agora, pode ser o início de um grande avanço. Digo isso por experiência: A partida daquele que não merece o nosso amor é apenas a liberação da porta de entrada para quem vai permanecer para sempre…

PEC dos Jornalistas

Eu estava presente no Plenário do Senado Federal, quando os senadores Inácio Arruda (PCdoB/CE) e Antônio Carlos Valadares (PSB/SE) apelaram ao presidente da Casa, José Sarney (PMDB/AP), para que coloque na Ordem do Dia a PEC 33/09, que defende a volta da exigência do diploma de Jornalistas. 

Inácio lembrou que todos os líderes já assinaram o pedido de discussão do tema. Sarney justificou que o assunto já está incluído na pauta do Senado, porém ocupado com o debate da Reforma Política. Diante de nova solicitação de Arruda, Sarney sentenciou: “Vossa Excelência será atendido; eu vou mandar incluir o assunto na pauta normal dos nossos trabalhos”. 

(É AGUARDAR [E COBRAR] PRA VER!)

New life

Foto: Aline Guedes
Em meados de agosto do ano passado, fui informada pelo Senhor Deus, que meu tempo em Campina Grande (PB), minha terra natal, havia se esgotado. (É, isso mesmo. Deus falou comigo, assim como aconteceu com Abraão, na terra de Ur dos Caldeus há muito, muito tempo atrás). A orientação Dele era a de que eu deveria deixar fisicamente tudo. Família, amigos, trabalho, colegas. Tudo. Mas uma pergunta inevitável. “Pra onde eu vou?”

O tempo foi passando e eu recebi propostas (e boas propostas) de trabalho na minha área, que é a Comunicação, em lugares como Rio de Janeiro e São Paulo. No entanto, o Senhor continuou a desenhar o meu futuro de uma forma jamais imaginada por mim. Ele disse que eu não deveria aceitar nenhuma delas e mais: nenhuma outra proposta que eu recebesse, inclusive, no meu então emprego.

Você não imagina as tentações surgidas nesse meio tempo. Humanamente falando, era loucura não aceitar nenhuma delas, já que eu estava prestes a pedir demissão, não acha? Pois bem, o tempo passou, chegou dezembro, e o Senhor, finalmente, mostrou o lugar para onde eu iria: Brasília! Uma cidade linda, que eu já conhecia e onde tinha vários amigos, sim. Entretanto, Deus não trabalha no óbvio, nem precisa de nós para nada,  e tudo ocorreu de uma forma bem diferente. No comecinho de janeiro, pedi demissão, assinei os papeis e tentei, tentei, tentei comprar a passagem aérea, mas, de uma forma impressionante, eu não consegui. Oras, eu estou acostumada a fazer isso. Dessa vez, o que aconteceu?

À noite, cheguei em casa, falei com meus pais que estava indo embora, conforme programado, mas naquele dia, eu não tinha conseguido adquirir o bilhete. Passados poucos minutos, meu pai me chamou no quarto e disse que eu não havia conseguido comprá-lo por um único motivo: o carro, que era dele, agora seria meu... E somente um milagre do Senhor pra isso ter acontecido (algum dia, em breve, prometo contar essa experiência aqui, está bem?)

Bom. De posse dessa informação, liguei para uma das minhas amigas que mora em Brasília, a Marise, e falei: “Tou indo embora praí, sem nada!”. Ela, prontamente, me disse: “Vemmmmmmmm!”. E assim, foi. Ela e sua família me receberam de braços escancarados e eu continuei a buscar, no Senhor, a orientação para os passos seguintes.

Após alguns dias, Deus me deu um sonho, mostrando que eu iria trabalhar no Congresso Nacional. Gente! Eu já tinha visitado Brasília diversas vezes, mas nunca tinha entrado lá. Eu não conhecia ninguém. Mesmo assim, não muito tempo depois, surgem duas propostas, para a minha escolha. Câmara dos Deputados ou Senado Federal? (Nesse momento, eu entendi o porquê de Deus ter mostrado o Congresso todo, no sonho, e não apenas um ou outro).

O Serginho, fotógrafo de primeira linha na Câmara, amigo da Marise e, hoje, meu também, foi o instrumento que Deus usou para dizer que a vaga de jornalista/fotógrafa na Liderança do PSB do Senado era minha e lá estou eu até hoje. Assim. Desse jeito.

E eu conto essa grande experiência a todos aqueles que procuram saber “como eu fui parar ali”. Confesso que, às vezes, até eu fico impressionada, mas são coisas que somente Deus faz. Eu lido com senadores do Sergipe, da Bahia, do próprio Distrito Federal, mas nenhum da Paraíba, meu Estado natal, o que seria mais “comum”. Pelo olhar humano, deixar toda uma estabilidade, com destino a um lugar árido (nos dois sentidos), como Brasília, é loucura. Alguns estranham quando eu digo que amo esse lugar. Mas, como não poderia eu amar o lugar para onde o Senhor me trouxe? Aqui, Deus me livrou de angústias, determinou o meu local de trabalho, o meu lugar de morar, as pessoas que me rodeiam, a minha igreja. Tudo. Aqui, Deus me tem feito muito feliz...

O início...

Às vezes, a gente não se apercebe dos recados de Deus. Nos últimos dias, vários amigos me sugeriram, em momentos diferentes, construir um blog (Dentre eles, Manoel Simões, Elizete Soares, Samantha Mendes) e eu pensei com muito carinho no assunto.


Foto: Elizete Soares
Assim, hoje, 14 de Outubro de 2011, dou início a mais esta etapa da minha jornada: A manutenção de um espaço para a livre expressão do pensamento e que não se restringe à abordagem de um único tema. A vida é o assunto principal!!